Equipamento de som dentro da cozinha com jogo de luz e tudo, empurramos a mesa pra um cantinho, fechamos a janela para não vazar som pros vizinhos, vem uma galerinha e o DJ começa a tocar. Isso é uma festa de cozinha.
Já tinha imaginado que ficaria legal até que resolvemos fazer uma e agora aqui em casa fazemos as festas na cozinha.
Fizemos uma série delas começando na primeira semana de janeiro inspirados na vinda do Alexandre a Petrópolis.
Teve um belo estrogonofe em outros dias só uns petiscos ou uma carninha queimando do lado de fora (literalmente). Quando vem alguém que gosta de caprichar o churrasco fica bom. Mas, o principal mesmo é ter muita gelada com direito a pilha de latinha na janela.
Reunimos nossa galera e sempre tem alguém de fora que acaba entrando na brincadeira.
Já vieram Alexandre e sua galera, Karina, Dentinho, Duda, Marcela, Vânia, PC e Catarina, Glauber e Cida, Bira e Lili, Lu, Giovanni e as crianças, Alessandra e filhos, katatau, meu pai, Gigi, Ana (amiga da Lu) com marido e filhos, amigas do DJ Macedo e é claro que ele não pode faltar. Vale ligar a 1 da manhã pra saber se ele tá fazendo alguma coisa e se não quer vir pra cá.
Algumas particularidades:
Tem um armário suspeito. Quem passa por aki tem que pegar um copinho nele.
Uma mesa que vira galão de água e cai tudo no chão. Dei uma quadrilzada nela ainda botei a culpa no Gil. O Macedo que tinha colocado o galão ali. (RsRS)
Só tem cadeira quando pegamos umas emprestadas.
E a melhor particularidade de todas é que alguém sempre capota no sofá e acaba dormindo aki. Enquanto uma galerinha resistente fica até amanhecer ouvindo músicas ao lado do pc, às vezes num climinha mais romântico, às vezes mais engraçado (chapados).
Barulho demais incomoda os vizinhos. Temos até que respeitar. Não dá é para aceitar que pessoas se incomodem com a felicidade alheia.
A de estarmos juntos não pode ser evitada. Tivemos que mudar nossas festas, fazer em outros lugares, só não paramos de fazê-las.
Gil e Vivi
